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segunda-feira, 3 de novembro de 2008

A revolução dos sutiãs virou uma palhaçada

Na década de 1970, mulheres em todo o mundo, reivindicavam por maiores direitos na sociedade. Exatamente nesse período, a humanidade estava sendo marcada por grandes tensões políticas e estudantes, intelectuais, artistas, mulheres, etc saíam nas ruas na luta contra a guerra fria, a do Vietnã; foi também quando surgiu o movimento hippie, jovens com ideais românticos que propagavam a cultura da paz e do amor.

Mulheres brilhantes realizaram a chamada revolução dos sutiãs. Elas literalmente rasgaram e queimaram o sutiã como forma de protesto, essa fase ficou conhecida pela luta de liberdade sexual contra o machismo predominante na sociedade. Mas, como diz o ditado: “quem nunca comeu marmelo quando come se lambuza,” expressa o que acontece, hoje em dia, com as mulheres.

Se formos parar para pensar que tudo começou com a famosa “boquinha da garrafa” do grupo Companhia do pagode, depois veio Carla Perez e seu bumbum no grupo É o tchan, ninguém iria imaginar que fosse terminar numa grande salada de frutas, pois, atualmente há mulheres para todos os gostos; tem a mulher melancia, mulher melão, mulher morango, mulher maçã e, assim por diante.

O que mais me entristece e que deveria entristecer toda a nossa classe, é que não fazem mais mulheres como antigamente. Antes nós lutávamos por mais espaço no mercado de trabalho, na universidade, na política, ou seja, em todo o setor social, e agora conseguimos mais espaço exibindo seios e bundas, geralmente produzidos em academias de ginástica ou nos consultórios de cirurgias plásticas. Ah, eu só não posso esquecer das mulheres plantas, porque também, existe a mulher samambaia.
 
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